Entrevista Mataram Meu Mestre (Sorocaba/Campinas-SP) + Guerrilha no CDA#9

Entrevista Mataram Meu Mestre (Sorocaba/Campinas-SP) + Guerrilha no CDA#9

out 16

Seria algo como se estes cinco jovens adultos do interior de São Paulo decidissem começar uma revolução particular no quarto de ensaio deles, abolindo todas as regras vigentes e misturando os elementos mais díspares do jazz e rock, com condição original de promover a dança desenfreada em uma noite sem fim. Depois do lançamento do single “Avesso” e do clipe de mesmo nome, a Mataram Meu Mestre lança o single “Cellophane Walls” marcado pela maturidade e confiança adquirida nos últimos meses.

 

                                                                                             (Foto por Juliana Bastos) 

Pergunta – Como vocês formaram a MMM? Todos já moravam em Campinas? A ideia/estilo musical é um pouco diferente de outros trabalhos que você já realizaram, certo? Como se deu essa dinâmica de formação da banda?
Resposta  –  A MMM surgiu meio por acaso, tendo Sorocaba como berço. Pouco a pouco, Campinas tornou-se nossa 2ª casa devido ao trabalho do Ueta , minha faculdade e à do Ander, sem contar com os grandes amigos que temos lá. Tudo começou comigo e com o Ueta na vontade de explorar novos estilos e a Ju já era uma certeza desde o início. O Ander e o Allan apareceram do nada, fomos nos aproximando. Quando vimos, a gente já tava tocando e tudo foi fluindo muito naturalmente.

P- Por quê Mataram Meu Mestre?
R- Nós sempre gostamos da cultura non-sense e quando o Giusepe, um amigo nosso, falou esse nome, todos nós morremos de rir e decidimos que seria o nome que melhor nos representaria.

P – Pelo que temos acompanhado aqui de Franca, a MMM tem realizado uma quantidade considerável de shows, vocês tem se apresentado tanto quanto gostariam?
R – Com certeza, não. Temos tocado vários shows fantásticos mas o nosso sonho é poder tocar a semana toda sem parar. Acho que qualquer banda sempre gostaria de tocar mais do que já toca.

P – Qual a participação do produtor Eduardo Ramos no acompanhamento geral da banda? O que mudou desde a chegada dele?
R- O Du, basicamente, é o nosso guia. Com a chegada dele, começamos a levar tudo mais a sério e essa parceria tem sido ótima. Nós cuidamos da parte musical e ele cuida e nos orienta em todo o resto.

P – A banda está passando por uma troca de integrantes? A quantas anda esse processo?
R- O Allan tá tocando em algumas orquestras de Sorocaba e o Ander tá pegando pesado nos estudos de modo que eles não estavam conseguindo mais dar conta de tudo. Então resolveram sair. Agora o André (Dro), vocalista e baixista da Lisabi de Campinas, assumiu o baixo da banda e estamos à procura de um baterista. Enquanto não encontramos um definitivo, o Alex, baixista da Catexia daí de Franca, tocará com a gente. Será ótimo tocar com eles, pois são grandes amigos nossos e pessoas que admiramos absurdamente tanto pessoal quanto musicalmente.

P – Qual a principal diferença entre o primeiro trabalho “Avesso” para o segundo “Cellophane Walls”?
R- O Avesso marca bem o começo da banda, quando ainda estávamos colocando o pé pra fora da garagem. Já o Cellophane Walls é bem mais maduro. Gravamos o power trio dele ao vivo, colocamos instrumentos diferentes e a escolha das músicas representa muito bem o que estamos vivendo agora.

P – Qual a expectativa para passagem por Franca?
R- A expectativa é gigante! Recebemos convites do Guerrilha umas 2 vezes, mas nunca deu certo então a gente tá bem feliz por finalmente ter rolado e por podermos apresentar a nova formação da banda em uma cidade da qual sempre ouvimos falar muito bem.

 

Mataram Meu Mester sexta agora no Guerrilha no CDA #9

cartaz alarde e mMM


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