Entrevista com O Feliz Amor de Felino Ferido(São José do Rio Pardo/SP) + Sunday Sessions no CDA

Entrevista com O Feliz Amor de Felino Ferido(São José do Rio Pardo/SP) + Sunday Sessions no CDA

ago 15

Entrevista com João Dimas Zerbini, da banda ‘O Feliz Amor do Felino Ferido‘ 

 

P – Como nasceu a banda(ano e idéia) e como foram os primeiros ensaios?
R – 
A banda nasceu na cidade de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, com o nome de Anomalia. A princípio era um power trio formado por Arthur Santo, Flávio Tinti e Rick Franchiose. Anos mais tarde foi convidado para assumir os vocais e guitarra base João Dimas. No periodo em que a banda fazia as primeiras gravações, o nome foi alterado para O Feliz Amor do Felino Ferido. Em seguida o guitarrista Rick Franchiose deixou a banda. Os 3 integrantes resolveram então morar juntos num apartamento no centro de São Paulo, no início do ano de 2010, e seguiram neste formato ao longo de 2 anos, período em que foi realizada uma turne pelo nordeste do país em cima de uma Ford Belina 82, que carinhosamente é chamada de FELINA. Neste período também, fizeram parte do rock n roll alguns amigos, como Lauane Ramos e Joe Santos. No início do ano de 2012, infelizmente o baterista Flávio Tinti decidiu sair da banda, e como não foi encontrado um músico para ocupar o seu lugar, os felinos resolveram tocar a banda em uma dupla experimental, relendo canções já concebidas pela banda e compondo novas músicas para o atual show.

P – Como surgiram as composições?
R –
Algumas eram trazidas por Arthur ou por João Dimas para o ensaio, outras eram compostas juntos. Os Arranjos sempre foram muito discutidos e bem experimentados até chegar num ponto final de cada música.

P – Como foi participar das sessões da show livre?
R – Um dos melhores e mais profissional studio que tivemos a oportunidade de tocar. Ainda saímos com um material excelente
que nos ajuda muito para divulgação da banda.

P – Como é ser uma banda independente na capital do Estado hoje em dia?
R – 
Como diz um grande amigo da banda (Walter Crepax), “ao mesmo tempo que São Paulo abre muitas portas, fecha outras tantas na sua cabeça”. Existe muita coisa rolando pela capital, mas é bem penoso conseguir o seu espaço, a luta é constante. Sentimos que a cidade, apesar do tamanho e tudo mais se encontra em uma fase bastante careta e pouco interessante. O maior sintoma desta ideologia é o prefeito da cidade, que atua de maneira quase fascista e ainda assim tem grande apoio do povo.

P – Qual a expectativa pra apresentação em Franca?
R –  Psicodelia e experimentalismo, esperamos que o pessoal esteja aberto. Muito de um show vai da receptividade e interação do público. As pessoas que estão assistindo fazem parte desta interação cósmica.

Confiram o  último videoclipe da banda, trilha da música Manifesto de Repulsa à Flacidez, que foi produzido de maneira completamente independente e colaborativa, com equipamentos audiovisuais “ultrapassados”.  O clipe também conta com a colaboração do ator Marco Antônio Barreto do Núcleo de Pesquisa Teatral Santa Víscera.

 

 

O Feliz amor do Felino Ferido se apresenta no próximo evento do projeto Guerrilha no CDA especial Sunday Sessions.

Conheça mais sobre o projeto aqui

Evento no ‘feice’ aqui. 

Domingo agora 18 hrs no CDA
3 bandas por apenas 5 moedas nacionais! 


 


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