Como foi o Conversas Infinitas na UNESP (16.03) + GRITO ROCK SEXTA (17.03)

Como foi o Conversas Infinitas na UNESP (16.03) + GRITO ROCK SEXTA (17.03)

mar 16

#Conversas infinitas, ontem(16.03) na UNEP foi lindo. Queria agradecer demais ao Daniel Tercino (Monte Alto), Luiz Felipe (Monte Alto), Ernani Baraldi (Rifaina), Didi Monteiro (São Paulo), que enriqueceram a mesa contando um pouco das suas experiências e habilidades na aréa da gestão cultural independente. Muito bom esse diálogo com a universidade, e ainda foi transmitido ao vivo, e gravado, assim você pode  conferir como foi  AQUI.

E hoje (17.03), começam as apresentações musicais, o role vai ser na Vila São Severino –  Estrada Franca – Restinga, Km 4 –  as 22 hrs!

 

 

Elias Black’las ou Elias Paulo Inácio,filho de Maria Antonia Inacio e Vitor Inácio, músico autodidata, compositor, cantor, multstrumentista, comunicador, pai de família, militante na luta contra a desigualdade racial, sócio educador e idealizador de alguns eventos importantes na história da cultura de Franca.
 
Aos 13 anos em 1995 ganhou seu primeiro violão gentilmente cedido pelo irmão CARLOS ANTONIO INACIO (pouco antes de falecer) onde cria seus acordes iniciais já com muita propriedade.
Recentemente, em parceria com a produtora CREWCULT, realizou shows em Ribeirão, como por exemplo no Bronze Nigth club e até uma canja  no SESC verão RP.
 
Após mais de uma década de empenho musical em Franca, o reconhecimento começa aflorar: Premio Personalidades do Ano na categoria Artista “REVELAÇÃO”.
 
 
 

Devido a um forte ideal de valorização da nossa cultura, o Grupo Cangoma surge da vontade de seus idealizadores de divulgá-la e permitir que aumente cada vez mais o número de pessoas conscientes de nossa riqueza cultural.

Desde 2006, o grupo tem encontros semanais em sua sede, o Centro Cultural Cangoma, para estudar e pesquisar os ritmos da cultura popular brasileira, bem como todos os aspectos sociais, históricos e religiosos relacionados às manifestações em que eles estão inseridos.

Além das atividades de prática e pesquisa, o grupo tem como objetivos: a confecção e manutenção de seus instrumentos, a realização de oficinas de música e dança e apresentações dos ritmos e danças estudados.

Projeto Axial 

O Projeto Axial é a assinatura dos trabalhos do produtor Felipe Julián  e da cantora Sandra Ximenez. Desde sua origem em 2003 usam a  tecnologia como instrumento na produção de um som de fácil apreciação mas de difícil definição: trip hop, eletro rock, MPB, world music são tags que ajudam mas não terminam de definir esse som hiper sensorial das performances da dupla que vem à França  acompanhada de sua banda.  Para Felipe Julián, o Brasil é um pais com facilidade peculiar para a livre apropriação criativa de tecnologia. E isso é o que o Axial apresenta no palco à sua maneira. Samplers controlados com os pés, sintetizadores de boca, captadores piezo processados em  tempo real são algumas dessas apropriações que ajudam a  criar a audiocenografia do Projeto Axial e envolvem o público numa atmosfera que vai do onírico ao dançante.  À frente deste emaranhado textural a “suave e experiente” voz de Sandra Gimenez, cantora com longa trajetoria de  pesquisa na música tradicional brasileira. Sandra, junto a seu outro projeto musical o grupo A Barca, percorreu o Brasil diversas vezes para interagir com músicos tradicionais populares e apreender as sutilezas do fazer musical brasileiro.  Do repertório e experiências colhidas nessas viagens surgiu
a inquietação de criar uma nova música a partir das antigas tradições. O resultado disto são três discos lançados e muito 
bem recebidos pela crítica independente e especializada. O Projeto Axial desde seu primeiro álbum utiliza a Internet
como principal plataforma de distribuição de seu conteúdo. É reconhecido como um dos precursores no uso do Creative Commons no Brasil. Em 2011 lançou um software próprio para distribuição de música digital chamado Bagagem. Muito comentado na mídia e nos blogs musicais, o software atingiu em alguns meses mais de 30 paises por efeito viral. Nesse aplicativo o Projeto Axial passou também a distribuir outros artistas da cena independente brasileira. 

 

O Associação Livre Invisível é um projeto musical que une duas vertentes artísticas em um mesmo ambiente representativo: a música e o audiovisual. Formado em 2009 por músicos e artistas de São Paulo e Minas Gerais, o Associação Livre Invisível inicia sua trajetória trabalhando em composições autorais.
Sob influências de diferentes gêneros e autores que vão de Tim Maia à The Clash, passando ainda por ritmos encontrados na cultura popular brasileira, o grupo propõe a diversidade aliada ao experimentalismo. Com isso em Junho de 2010 monta seu primeiro repertório para um pocket show no lançamento da Revista Ounão, ainda sem Patrícia Viana na percussão, que ingressa no grupo no início do ano seguinte.
Em 2011 o grupo se apresenta no Invernada 2011, evento que aconteceu dentro do III Festival de Inverno do Parque Náutica de Jaguara, em Sacramento-MG. Na rota dos festivais o grupo participa do Festival de Paranapiacaba/SP no último dia do evento que teve em sua programação Lenine.
Na sequência o A.L.I – como também é conhecido o grupo – faz seu show na Casa da Música de Diadema-SP. Ainda nessa cidade participa da Mostra de Artes e ganha em 1º lugar com a música “Carne Velha” e também o prêmio de melhor interprete para o cantor do grupo, Didi Monteiro.
Nesse meio tempo, o grupo também trabalhou no desenvolvimento do primeiro EP, homônimo do grupo, previsto para Maio de 2012. E para fechar o ano de 2011 se apresentam no Festival de artes integradas em Uberlândia-MG, o Mugso 2011, e faz o show “A cor dos olhos” realizado em dezembro desse mesmo ano na Biblioteca Alceu Amoroso Lima. Contou a participação especial do flautista Yuri Garfunkel.

 

TUDO ISSO NO VILA SAO SEVERINO !  

É O GRITO ROCK FRANCA 12!

 


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